Foda-se.
Odeio o Carnaval. Os putos só fazem merda e as gajas andam mais desenvergonhadas que o habitual. No entanto o presidente da câmara (esse filho da puta) resolveu fazer um desfile de Carnaval em Roberdões da Pichota. Eu preferia ficar em casa a ver as Tardes da Júlia mas a minha Maria obrigou-me a ir ver.
Chegando lá, até presidente se tinha juntado à folia, mascarado de vampiro. O Ribeiro não resistiu: "Tira a máscara filho da puta!", disse, infelizmente para ele, antes de conseguir subir ao carro onde o presidente estava foi impedido pela PSP, mas ainda se ouvia: "Chupas-me o dinheiro, chupas-me o sangue, vai mas é chupar uma ...", a PSP impediu o atrasado do Ribeiro de acabar a frase, pois já havia miúdos a repetir as belas palavras do Ribeiro.
Felizmente aquela merda acabou cedo. Valeu a porrada entre roberdianos pichoteiros e ramboianos curcuvianos.
Outra merda que aconteceu foi que hoje a ASAE lembrou-se de ir inspeccionar os tascos da zona. Eles chegaram à entrada do tasco do Zé, deram um passo para trás, segredaram qualquer coisa e 5 minutos mais tarde voltaram com o equipamento anti-radiação. O Zé ficou chateado, pois o tasco ficou praticamente vazio e ficou fechado. Pobre Zé, qual é o mal de ter mostarda 1 ano fora da validade? Não se come à mesma? Meninos da cidade, enfim...
Bem, vou deixar o amigo internauta aproveitar o feriado, que eu tenho de fechar as janelas, os balões de água acabaram-se e agora os putos estão a atirar bosta de vaca.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
sábado, 19 de dezembro de 2009
Natal
É Natal!
Adoro o Natal caralho! O bacalhau, as prendas, as luzes na Igreja. É tudo muito bonito.A única coisa que me chateia são aqueles moços a pedir para dar aos pobres, mas para que é que eles andam a fazer aquilo no Natal? Deviam era estar com a família a encherem-se de filhoses e rabanadas. Agora andam ali ao frio a pedir para dar aos outros... Esta gente... O que tem aquilo que ver com o Natal?
Este ano vou fazer a mesma coisa que faço desde sempre: Vou juntar a família toda em casa, comer bacalhau, e essas coisas todas. O problema é que depois temos de ir à missa do galo, porque senão os vizinhos reparam e começam a comentar. E o padre ralha com a gente se não formos. Ainda estava para fazer o tradicional concurso de arrotos e peidos depois da missa, mas a minha Maria não deixa porque depois os vizinhos chamam a polícia e depois a gente leva uma multa por fazer barulho à 1 da manhã.
Mas mesmo sem os arrotos do Tóino e o Inácio a tentar incendiar peidos vai ser uma Natal inesquecível, como todos os outros.
E ainda por cima, nesta altura não há turistas por aqui.
Bom Natal para todos os leitores.
Adoro o Natal caralho! O bacalhau, as prendas, as luzes na Igreja. É tudo muito bonito.A única coisa que me chateia são aqueles moços a pedir para dar aos pobres, mas para que é que eles andam a fazer aquilo no Natal? Deviam era estar com a família a encherem-se de filhoses e rabanadas. Agora andam ali ao frio a pedir para dar aos outros... Esta gente... O que tem aquilo que ver com o Natal?
Este ano vou fazer a mesma coisa que faço desde sempre: Vou juntar a família toda em casa, comer bacalhau, e essas coisas todas. O problema é que depois temos de ir à missa do galo, porque senão os vizinhos reparam e começam a comentar. E o padre ralha com a gente se não formos. Ainda estava para fazer o tradicional concurso de arrotos e peidos depois da missa, mas a minha Maria não deixa porque depois os vizinhos chamam a polícia e depois a gente leva uma multa por fazer barulho à 1 da manhã.
Mas mesmo sem os arrotos do Tóino e o Inácio a tentar incendiar peidos vai ser uma Natal inesquecível, como todos os outros.
E ainda por cima, nesta altura não há turistas por aqui.
Bom Natal para todos os leitores.
sábado, 7 de novembro de 2009
Carro Novo!
Pois é caralho! Ganhei o aeromilhões!
Foda-se, nem acredito nisto! até fiquei sem escrever aqui durante um tempo para me recompor.
Que fiz com o dinheiro que ganhei?
Primeiro fui ver o BEINFICA! Depois internei a minha sogra num lar e depois fui realizar um velho sonho:
Comprar um carro novo.
Fui ter com o dono do stand de carros aqui na aldeia, o meu amigo Zé Alho, o dono da Car-Alho.
Após andar lá a ver durante um tempo finalmente decidi-me. Trouxe um carro todo moderno, com uma coisa nova que diz aonde a gente está, tipo um mapa... Acho que se chama JPS. O Zé Alho ainda me disse que tinha uma função para indicar o caminho que queríamos seguir. Ele pôs lá a minha casa no aparelho e eu fui experimentar. Estava eu muito bem a conduzir quando ouvi de repente:
VIRE NA PRÓXIMA À DIREITA
"CARALHO" disse eu, que susto, foda-se. Mas aonde é que estava a gaja?
VIRE NA PRÓXIMA À ESQUERDA
Então estou eu sossegado no meu carro e ainda tenho de tar a ouvir uma gaja?
JÁ NÃO ME BASTA ESTAR A OUVIR UMA GAJA NOUTRAS OCASIÕES SEMPRE A CRITICAR E A DAR DIRECÇÕES? FODA-SE PARA O JPS.
Bem, desliguei o JPS cheguei a casa e admirei o meu carro novo na garagem.
Ao lado das enxadas, do ancinho e do trator fica mesmo bem.
Está bem, talvez devesse comprar uma casa nova.
Foda-se, nem acredito nisto! até fiquei sem escrever aqui durante um tempo para me recompor.
Que fiz com o dinheiro que ganhei?
Primeiro fui ver o BEINFICA! Depois internei a minha sogra num lar e depois fui realizar um velho sonho:
Comprar um carro novo.
Fui ter com o dono do stand de carros aqui na aldeia, o meu amigo Zé Alho, o dono da Car-Alho.
Após andar lá a ver durante um tempo finalmente decidi-me. Trouxe um carro todo moderno, com uma coisa nova que diz aonde a gente está, tipo um mapa... Acho que se chama JPS. O Zé Alho ainda me disse que tinha uma função para indicar o caminho que queríamos seguir. Ele pôs lá a minha casa no aparelho e eu fui experimentar. Estava eu muito bem a conduzir quando ouvi de repente:
VIRE NA PRÓXIMA À DIREITA
"CARALHO" disse eu, que susto, foda-se. Mas aonde é que estava a gaja?
VIRE NA PRÓXIMA À ESQUERDA
Então estou eu sossegado no meu carro e ainda tenho de tar a ouvir uma gaja?
JÁ NÃO ME BASTA ESTAR A OUVIR UMA GAJA NOUTRAS OCASIÕES SEMPRE A CRITICAR E A DAR DIRECÇÕES? FODA-SE PARA O JPS.
Bem, desliguei o JPS cheguei a casa e admirei o meu carro novo na garagem.
Ao lado das enxadas, do ancinho e do trator fica mesmo bem.
Está bem, talvez devesse comprar uma casa nova.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
As eleições
Foda-se. Raios para os políticos.
Só querem ser eleitos para estar em cima do poleiro sem fazer nada.Não é que não me interesse por política, apenas tenho a sensação que eles são todos iguais.
Eu, o Asdrúbal e o Aleixo gostamos de discutir política no café do Zé ao sábados, antes da bola:
- Eles que vão trabalhar, caralho.- digo eu
- Lá no poleiro sem fazer nada.- diz o Ribeiro
- Trabalhar a terra que é bom.- diz o Asdrúbal
São sempre discussões sólidas e cada um com o seu ponto de vista formado, que, geralmente, não difere dos restantes habitantes de Roberdões da Pichota.
Ainda não percebi muito bem isso da esquerda e da direita. É difícil de ver na televisão se são esquerdinos ou destros. De qualquer maneira, vou votar no PNR.
Eles têm um cartaz muito bonito em que mandam os pretos e os brasileiros de avião para fora do nosso país.
É ASSIM MESMO!
Eles nem para lavrar a terra servem, só estão a ocupar espaço. Aqui tanta gente de Roberdões da Pichota que pode trabalhar e vão buscar pretos e brasileiros? Eles que voltem para a terra deles.
PNR, estou convosco!
Só querem ser eleitos para estar em cima do poleiro sem fazer nada.Não é que não me interesse por política, apenas tenho a sensação que eles são todos iguais.
Eu, o Asdrúbal e o Aleixo gostamos de discutir política no café do Zé ao sábados, antes da bola:
- Eles que vão trabalhar, caralho.- digo eu
- Lá no poleiro sem fazer nada.- diz o Ribeiro
- Trabalhar a terra que é bom.- diz o Asdrúbal
São sempre discussões sólidas e cada um com o seu ponto de vista formado, que, geralmente, não difere dos restantes habitantes de Roberdões da Pichota.
Ainda não percebi muito bem isso da esquerda e da direita. É difícil de ver na televisão se são esquerdinos ou destros. De qualquer maneira, vou votar no PNR.
Eles têm um cartaz muito bonito em que mandam os pretos e os brasileiros de avião para fora do nosso país.
É ASSIM MESMO!
Eles nem para lavrar a terra servem, só estão a ocupar espaço. Aqui tanta gente de Roberdões da Pichota que pode trabalhar e vão buscar pretos e brasileiros? Eles que voltem para a terra deles.
PNR, estou convosco!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Casemiro na X-zine
Parece que o director da x-zine é fã da vida no campo e das gentes de Roberdões da Pichota. Tão fã que me pediu para deixar por os meus relatos na secção "delete" da revista.
Ainda não percebi como é que se desfolha a revista, já pus os dedos do ecrã mas não consigo pegar nela. Cliquem nesta palavra para ver se conseguem desfolhar a revista e expliquem-me como é que se faz.
Ainda não percebi como é que se desfolha a revista, já pus os dedos do ecrã mas não consigo pegar nela. Cliquem nesta palavra para ver se conseguem desfolhar a revista e expliquem-me como é que se faz.
sábado, 1 de agosto de 2009
Os Futebóis
Se há algo que sempre me fascinou e me prendeu durante uma tarde e até foi razão para confrontos físicos com os meus mais íntimos amigos foi o futebol.
A perspectiva de ver 22 homens com H grande a andarem quase à porrada por causa de uma bola enche-me de masculinidade e sinto-me como se tivesse bebido testosterona pura (eu também sei nomes complicados). Em Roberdões da Pichota só o Ribeiro é que não é do Benfica, todos os outros torcem pelos encarnados. Sendo eu um fã de futebol, a minha ideia de uma tarde bem passada é a de ir ao tasco do Zé ver o Sporting a levar na tromba do Beinfica enquanto bebemos vinho tinto e fazemos um concurso de arrotos. No fim do jogo vamos a casa do Ribeiro para lhe dar na tromba. Pode parecer selvagem e imaturo, mas é de homem e por isso deve ser feito.
A pior zaragata que já aconteceu por causa do futebol foi no épico Roberdões da Pichota x Rambóia de Corcovedo, a contar para o inter-aldeias. A equipa adversária lá entendeu que se devia expulsar o árbitro porque já tinha 6 whiskys nos cornos, também argumentavam que não se devia expulsar jogadores com cartão vermelho porque "têm pinta de paneleiros".
O lado de Roberdões da Pichota dizia que se não está no regulamento do futebol deveria estar, não se devia culpar o árbitro só porque ele está à frente do seu tempo.
Como é habitual tudo se resolveu com uma cena de porrada e decidiu-se um empate após meia aldeia no chão e a outra metade com os órgãos genitais danificados.
E assim se caracteriza mais uma parte da fascinante filosofia Roberdiana Pichoteira.
Até à próxima leitores.
A perspectiva de ver 22 homens com H grande a andarem quase à porrada por causa de uma bola enche-me de masculinidade e sinto-me como se tivesse bebido testosterona pura (eu também sei nomes complicados). Em Roberdões da Pichota só o Ribeiro é que não é do Benfica, todos os outros torcem pelos encarnados. Sendo eu um fã de futebol, a minha ideia de uma tarde bem passada é a de ir ao tasco do Zé ver o Sporting a levar na tromba do Beinfica enquanto bebemos vinho tinto e fazemos um concurso de arrotos. No fim do jogo vamos a casa do Ribeiro para lhe dar na tromba. Pode parecer selvagem e imaturo, mas é de homem e por isso deve ser feito.
A pior zaragata que já aconteceu por causa do futebol foi no épico Roberdões da Pichota x Rambóia de Corcovedo, a contar para o inter-aldeias. A equipa adversária lá entendeu que se devia expulsar o árbitro porque já tinha 6 whiskys nos cornos, também argumentavam que não se devia expulsar jogadores com cartão vermelho porque "têm pinta de paneleiros".
O lado de Roberdões da Pichota dizia que se não está no regulamento do futebol deveria estar, não se devia culpar o árbitro só porque ele está à frente do seu tempo.
Como é habitual tudo se resolveu com uma cena de porrada e decidiu-se um empate após meia aldeia no chão e a outra metade com os órgãos genitais danificados.
E assim se caracteriza mais uma parte da fascinante filosofia Roberdiana Pichoteira.
Até à próxima leitores.
sábado, 18 de julho de 2009
Confusão com o Ribeiro
Tenho de desabafar com vocês, internautas, este meu problema pessoal, esta zaragata que se passou.
Certo dia fui passear com uma minha Maria pelos arredores da aldeia, levámos um cesto com umas sandes de presunto e torresmos, um garrafão de vinho e fizemos um pique nique. No entanto, ser um habitante de Roberdões da Pichota é sinónimo de compromisso eterno com os nossos terrenos agrícolas, cautela e olho vivo constantemente, não vão os garotos dos vizinhos roubar-me fruta.
O espaço de tempo que ocupou o meu passeiozinho foi o suficiente para originar uma zaragata e um confronto de contornos épicos.
Quando voltei os terrenos estavam secos e sem água, dei à bomba, mas nada.
O meu cérebro começou a processar uma quantidade de dados e hipóteses, tentando descobrir o responsável para o desaparecimento da água. Podia ser o aquecimento global, mas o mais provável era ser o "FILHO DA PUTA DO RIBEIRO" - gritei.
E não é que o sacana me desviou a água do terreno? Quer deixar os tomates a secar o sacana! Ora bem se ele me quer lixar os tomates, ora vou rebentar com os tomates dele.Amor com amor se paga.
Fui pegar na espingarda do meu bisavô que participou na Primeira Guerra Mundial para dar umas lições ao Ribeiro.
Quando vi o filho da puta ao longe premi o gatilho da espingarda pela primeira vez desde 1918, a bala voou muito perto do focinho do ribeiro, ainda tentei enfiar-lhe outra bala, mas a velha espingarda não deixou, pode ter aniquilado um exército de alemães em 1918, mas em 2009 não consegue arrancar arrancar um braço a um campóino de Roberdões da Pichota.
Larguei a dita arma e corri atrás do cabrão. Muito correu ele até subir ao telhado da tasca e ficar preso lá em cima. Adivinhava-se um confronto épico.
Não foram precisas palavras, ele sabia qual a minha missão ali.
atirei-lhe um punho à sua focinheira, falhei, ele agarrou-me e começou aos murros, libertei-me com um pontapé no seu abono de família, enquanto gemia no chão disse-lhe:
"Foste tu, não foste caralho?"
"Foi sem querer, o Benfica é o melhor, não me batas!"
"Tou a falar da água que me desvias-te do terreno, foda-se!"
"Ah, eu meto no sítio, pronto, não é preciso agredires os meus tomates"
"Eu até te arruinava a plantação de tomates, mas optei por acertar contas contigo, meu cabrão"
"Estou a falar dos MEUS tomates"
"Ah, bom, mete-me lá a água no sitio e não botas pé no meu terreno mais, tá certo?"
"Foda-se, tábem"
E assim consegui resolver um conflito com o meu estilo e carisma inegável.
All Heil Casemiro! Caralho!
Certo dia fui passear com uma minha Maria pelos arredores da aldeia, levámos um cesto com umas sandes de presunto e torresmos, um garrafão de vinho e fizemos um pique nique. No entanto, ser um habitante de Roberdões da Pichota é sinónimo de compromisso eterno com os nossos terrenos agrícolas, cautela e olho vivo constantemente, não vão os garotos dos vizinhos roubar-me fruta.
O espaço de tempo que ocupou o meu passeiozinho foi o suficiente para originar uma zaragata e um confronto de contornos épicos.
Quando voltei os terrenos estavam secos e sem água, dei à bomba, mas nada.
O meu cérebro começou a processar uma quantidade de dados e hipóteses, tentando descobrir o responsável para o desaparecimento da água. Podia ser o aquecimento global, mas o mais provável era ser o "FILHO DA PUTA DO RIBEIRO" - gritei.
E não é que o sacana me desviou a água do terreno? Quer deixar os tomates a secar o sacana! Ora bem se ele me quer lixar os tomates, ora vou rebentar com os tomates dele.Amor com amor se paga.
Fui pegar na espingarda do meu bisavô que participou na Primeira Guerra Mundial para dar umas lições ao Ribeiro.
Quando vi o filho da puta ao longe premi o gatilho da espingarda pela primeira vez desde 1918, a bala voou muito perto do focinho do ribeiro, ainda tentei enfiar-lhe outra bala, mas a velha espingarda não deixou, pode ter aniquilado um exército de alemães em 1918, mas em 2009 não consegue arrancar arrancar um braço a um campóino de Roberdões da Pichota.
Larguei a dita arma e corri atrás do cabrão. Muito correu ele até subir ao telhado da tasca e ficar preso lá em cima. Adivinhava-se um confronto épico.
Não foram precisas palavras, ele sabia qual a minha missão ali.
atirei-lhe um punho à sua focinheira, falhei, ele agarrou-me e começou aos murros, libertei-me com um pontapé no seu abono de família, enquanto gemia no chão disse-lhe:
"Foste tu, não foste caralho?"
"Foi sem querer, o Benfica é o melhor, não me batas!"
"Tou a falar da água que me desvias-te do terreno, foda-se!"
"Ah, eu meto no sítio, pronto, não é preciso agredires os meus tomates"
"Eu até te arruinava a plantação de tomates, mas optei por acertar contas contigo, meu cabrão"
"Estou a falar dos MEUS tomates"
"Ah, bom, mete-me lá a água no sitio e não botas pé no meu terreno mais, tá certo?"
"Foda-se, tábem"
E assim consegui resolver um conflito com o meu estilo e carisma inegável.
All Heil Casemiro! Caralho!
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